Entre 2023 e 2025, o estado do Piauí registrou 208 mortes atribuídas a mal súbito, segundo levantamento da Sesapi.
O relatório revela que em 2023 ocorreram 76 casos, em 2024 foram 101, e, até o momento em 2025, já foram contabilizados 31 óbitos.
O termo "mal súbito" abrange situações como morte instantânea sem sinais prévios, óbito em até 24 horas após início de sintomas ou falha cardíaca súbita.
O aumento desses registros na capital, Teresina, foi evidenciado por três casos em menos de uma semana: duas mulheres de 34 e 52 anos e uma terceira vítima, o que intensificou o alerta das autoridades.
Especialistas entrevistados enfatizam que a situação reforça a necessidade de exames médicos regulares, controle de fatores de risco como hipertensão, diabetes e colesterol elevado, além de atenção aos sintomas precoces como dor no peito, falta de ar ou palpitações.
No âmbito estadual, a recomposição de políticas de prevenção, campanhas de saúde, e fortalecimento das unidades básicas de saúde são apontadas como estratégias essenciais para amenizar o fenômeno.
Considerando que o Piauí possui perfil de saúde com condicionantes socioeconômicos e geográficos próprios, a informação ganha relevância direta para a população local e para serviços municipais e estaduais de saúde.

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